segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Todos deveriam amar a política.

Olá pessoas!

É o assunto do momento. Todo mundo tá vendo nos telejornais as manifestações no mundo árabe contra os governos totalitários. Incentivados pela revolta no Egito, que culminou na renúncia de Hosni Mubarak, a população de outros países do Oriente Médio está indo às ruas protestar contra as precárias condições de vida que estão submetidos, muito por culpa da falta de escrúpulos dos ditadores que a anos estão no poder. Tunísia, Argélia, Bahrein, Irã, Turquia, Líbia, Iêmen, entre outros, estão em clima tenso devido a mobilização dos inconformados.

Pego esse gancho pra te perguntar: o povo unido jamais será vencido? Acredito que sim. Assim como no Egito, essas revoltas populares poderão trazer resultados positivos a população desses países, mesmo que não seja de imediato. Por exemplo, alguns ditadores já prometeram não se candidatar a reeleição, o que já é muita coisa, pois eles sabem muito bem como interferir no resultado eleitoral. Não há transparência na apuração.

Aqui no Brasil, ano passado, uma pequena minoria da população foi às ruas e conseguiu que uma Lei fosse criada: o Ficha Limpa, que evitou a candidatura de muito político patife. E o impeachment de Collor de Mello, muito por causa dos caras-pintadas? Essas manifestações são mais do que provas de que o povo é capaz de fazer valer seus direitos, desde que se organizem e, principalmente, entenda de política.

Mais isso ainda é raro. Muita gente reclama que o Sarney não sai do poder, que o PMDB é fisiologista e tal. Mas por que o povo não se reúne e faz um protesto em frente ao Congresso Nacional, pedindo a renúncia do nobre senador? E, pior, tem gente que não tá nem aí, não sabe nem que o Sarney, pela quarta vez, foi eleito Presidente do Senado Federal. Ou seja, não há interesse por política nesse país, e enquanto isso continuar, corrupção seguirá sendo nosso maior problema.


Outra prova foi o aumento de salário dos parlamentares, não sei quantos por cento a mais que o aumento do salário mínimo, que deverá ser aprovado no Senado em R$ 545 essa semana. Muitos esbravejaram, achando um absurdo, e mais nada fizeram.

Por fim, cito algumas frases que remetem a essa falta de política dos brasileiros.

"O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons." (Martin Luther King)

"Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam." (Edmund Burke)

"A melhor punição para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados por aqueles que se interessam." (Max Weber)

Obrigado a todos e a cada um,

Filipe.

O Discurso do Rei (The King's Speech)


Quem sou eu pra recomendar um filme que teve 12 indicações ao Oscar? Um filme aclamado pela crítica especializada, que fez até a Rainha Elizabeth II se emocionar? Porém, me atrevo a postar minhas impressões e também a recomendá-lo.

Primeiro a história: Um príncipe inglês, que sofre de gagueira desde criança, mas que é conformado por achar que não precisará falar em público, já que seu irmão mais velho será o sucessor de seu pai, o Rei George V, e depois o filho dele o sucederá. Mas, com a abdicação do trono por seu irmão, ele assume e vira o Rei George VI, tendo o real dever de confortar os súditos perante a Segunda Guerra Mundial, onde seus discursos via rádio são imprescindíveis num momento como esse, de forma a manter todos unidos.

Mas a principal trama do filme é a relação entre o então Príncipe Albert (Colin Firth), com o seu fonoaudiólogo Lionel Logue (Geoffrey Rush). Não contarei mais detalhes do enredo, mas o filme, com 1h58min de duração é uma aula de história. Mas, além disso, é uma aula de atuação.

O Colin Firth no papel principal, tendo que ser gago, deu um show. Não conhecia o trabalho dele, mas de hoje em diante, sempre prestigiarei seus filmes. O Geoffrey Rush, mais conhecido como o Capitão Barbossa da trilogia que virou quadrilogia Piratas do Caribe, também mostrou por que já tem um Oscar na sala e por que merece outro. E, por fim, e não menos importante, Helena Bonham Carter, tão conhecida por fazer filmes de seu marido, o excelente diretor Tim Burton, que é cheia de papeis marcantes no cinema. Atuou em Planeta dos Macacos (Ari), A Fantástica Fábrica de Chocolates (Sra Bucket), Sweeney Todd (Sra. Lovett), Alice no País das Maravilhas (Rainha Vermelha), todos filmes dirigidos por Burton, e em outros filmes marcantes como Asas do Amor (Kate Croy), Clube da Luta (Marla Singer), Harry Potter 5 ao 7.2 (Bellatrix Lestrange) e O Exterminador do Futuro - A Salvação (Dr. Serena Kogen). O Discurso do Rei, onde ela interpreta a mãe da Rainha Elizabeth II, é mais uma bela personagem nessa brilhante carreira. E ainda tem o Timothy Spall, mais conhecido como o Rabicho da saga Harry Potter, no papel do importante Winston Churchill, e o Sir Michael Gambon, também conhecido pelo papel de Alvo Dumbledore do terceiro filme em diante na mesma saga, no papel do Rei George V.

O filme tem todas as credenciais imagináveis. Não sei se existe versão dublada, mas recomendo assistirem legendado, pra que se perceba a excepcional atuação do Firth como gago. Eu não assisti nenhum dos outros filmes indicados ao Oscar. Mas tenho certeza, que se esse for escolhido o melhor filme, a Academia não estará fazendo nenhuma injustiça.

Obrigado a todos e a cada um,

Filipe.

O 1º post a gente nunca esquece...

Olá caro leitor (se é que tem alguém lendo esse post),

Depois de muito adiar, de muito protelar, eu começo hoje a escrever no meu blog. Não reparem no layout, pois esse não é o meu forte. Escolhi um wallpaper pronto oferecido pelo Blogger, que mais tinha a ver comigo.

Continuando, eu sempre quis ter um blog. Como sonho ser um jornalista, o mínimo que eu tinha quer fazer é um blog. Mas devido achar que poucas pessoas o leriam, acabei não fazendo antes.


Porém, três coisas me motivaram a criar esse blog:

1ª) Quando assisto um filme, um programa de TV, uma notícia, costumo comentá-la. E meus comentários não são nada pequenos. Por falta de outro espaço para mostrá-los, utilizava o Twitter para divulgar minhas opiniões. Resultado: Mas de 20 tweets, um atrás do outro, abarrotando a timeline de meus poucos seguidores. Fora a chatice de dividir meu texto em várias porções de 140 caracteres;

2º) Ontem à noite, assisti o filme O Discurso do Rei, e tenho muito a falar sobre ele. Quero dividir com as outras pessoas minhas impressões do longa. Como iria encher o Twitter de posts, enfim, crio o blog, por justamente ser o veículo ideal para eu expôr minhas opiniões;

3º) Eu gosto muito de ler os textos dos outros. Fui motivado pelos blogs de minha amiga Débora e de meu amigo Luan, que escrevem muito bem. Então, por gostar tanto de ler e comentar os textos deles, por que não fazer os meus próprios textos? Ora, que espécie de aspirante a jornalista eu sou?!

 Quero fazer desse blog um cantinho de debate. Eu exponho minha opinião, e vocês a rebatem. Trataremos de tudo um pouco. Futebol, Política, TV, Cinema, Atualidades, Futilidades, Música, etc. Sou eclético mesmo! Vou do lixo ao luxo. 
 
 Não se assustem com o nome do blog. Meu intelecto não é dos mais brilhantes do mundo. Porém, não achei nome melhor para descrevê-lo, pois aqui postarei tudo o que acho, que penso, sem resignar de assunto algum. Ou seja, não criem grandes espectativas a cerca de meus textos. Não sou nenhum escritor, só um jornalista em formação.

Enfim, espero que curtam esse lugar, que ajudem a divulgar e que sempre que possível, comentem meus posts.

Para menores textos, acessem e me sigam: http://www.twitter.com/FilipeTchuco

Até mais,

Filipe.


PS: Me chamo Filipe Jorge Alcantara, mas pode me chamar de Tchuco, apelido "carinhoso" que ganhei no colegial.