Eu fui ao cinema esperando assistir uma coisa, mas vi outra. Tirando essa decepção inicial, o filme também não é lá essas coisas. Porém, tenho certeza que os religiosos, principalmente os católicos, vão adorar. Ele fala de fé. De crer ou não em Deus. O roteiro segue a mesma linha do best-seller "A Cabana".
Graças ao filme eu pude aprender que no meio do Oceano Pacífico tem tubarões, baleia, tubarão-baleia, peixes voadores, águas-vivas...E graças ao 3D, que por sinal é muito bem explorado, tomei mais susto que assistindo filme de terror. Aliás, não sei o que tanta criança fazia na sala de cinema. Esse não é um filme infantil. Tem uns bichos e tal, mas o filme é complexo e longo. As crianças só se divertiram em algumas poucas cenas. Ou seja, acho que os pais também foram pegos de surpresa, assim como eu...
Um ponto positivo é o realismo dos animais. O tigre parece de verdade, sendo que em grande parte do filme ele foi criado por computação gráfica.
No final, ele deixa uma metáfora bastante interessante. Cabe a você escolher a história que mais lhe agrada.

Olha, eu não gostei do filme. Não vi também essa complexidade toda, aliás. Não que Ang Lee não tenha tentado, mas na minha opinião ficou só na tentativa mesmo. Ou de repente eu tenha perdido toda minha sensibilidade. É outra hipótese. Sobre o tigre, gostei do efeito em algumas partes. O tigre parado ou em movimentos lentos até passava certo realismo, mas nas corridas, por exemplo, ficava claríssimo o uso de recursos gráficos.
ResponderExcluirA mensagem final do filme, a meu ver, foi: existem pontos de vistas divergentes em relação à existência de Deus e cabe a você decidir no que quer acreditar. Só que as vezes,crer no fantasioso, no inexplicável, no que foge à razão, é mais interessante e bonito. E, quanto a isso, eu continuo concordando em parte.